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No nosso primeiro seminário abordamos o tema que fala do crescimento da TV Record, vou colocar aqui algumas informações a respeito do que foi falado em sala de aula, pois agora a Record promete o fim à supremacia da Globo em cinco anos, Será o fim do Monopólio da Globo?.

Fundada pelo empresário Paulo Machado de Carvalho, lá se vão mais de 50 anos desde a primeira transmissão da TV Record. Nascida para combater o monopólio midiático de Assis Chateaubriand e sua TV Tupi e Diários Associados, a emissora vive atualmente o mesmo espírito motivador de sua fundação. E ilustra este pensamento com o slogan "A caminho da liderança", adotado desde o início de 2006. De lá para cá, a intenção tem sido ameaçar seriamente a supremacia da TV Globo. Tudo isso sob a tutela do bispo Edir Macedo, controlador da rede desde a década de 1990.
Nas palavras do superintendente Comercial da Record, Walter Zagari, a intenção é ser líder não apenas em audiência como em faturamento. O tempo estimado para tal meta é de cinco anos. As ferramentas utilizadas para a recente empreitada tiveram maior foco em investimentos nas áreas de telenovelas, telejornais e esporte. Nessa linha, a grade de programação é semelhante e a equipe composta por vários profissionais "roubados" da concorrente carioca. Vão desde jornalistas e atores a apresentadores de programa.
Para Zagari, a tática de reproduzir a essência não é exclusividade e se baseia em uma fórmula bem-sucedida, já aceita no mercado brasileiro. "Nesse mundo nada se cria, tudo se aprimora. A Globo copiou inteiramente a Tupi que copiou a Excelsior (extinta TV paulista), que copiou mercado americano, então o que há de melhor hoje na televisão brasileira foi inspirado nisso", resume. De acordo com ele, o jargão usual no mundo dos negócios para esta estratégia é a aplicação do "benchmarking".
A disputa pela liderança tem recebido contornos mais delineados. Há algum tempo, a emissora de Edir Macedo distribui boletins sobre os índices de audiência de seu conteúdo. Programas noturnos como "O Aprendiz 4", "Show do Tom"e o seriado "CSI" registram liderança no horário com certa freqüência, ainda que por tempo limitado, segundo medição realizada por Institutos. Já o restante das atrações se consolidou em geral como vice e se aproxima cada vez mais do emparelhamento nos índices da audiência. Segundo Zagari, não há apenas um "carro-chefe" na programação. Exemplo disso é o programa matinal "Hoje em Dia", cujo um dos âncoras é o repórter ex-global Britto Jr., com registro médio de 5 pontos contra 7 do "Mais Você", comandado por Ana Maria Braga na Globo. 
Lado financeiro
O esporte é um dos principais campos de batalha financeira entre as emissoras. A Record garantiu os direitos exclusivos de transmissão das Olimpíadas de 2012, além de ofertar milhões de reais por campeonatos de futebol, representando o estreitamento do setor. Alguns veículos chegaram a noticiar que até o automobilismo estaria nos planos. A informação extra-oficial diz que executivos da rede estariam em negociação para tirar a transmissão da Fórmula-1 de sua concorrente.
De acordo com o Ibope, a rede de Edir Macedo tomou o posto do SBT como vice-líder em fevereiro deste ano, graças à média mensal de audiência.
Sinal global
Do ponto de vista internacional, entretanto, a Record já é líder absoluta por meio de transmição de conteúdo para 130 países contra 95 da concorrente. O sinal é emitido por nove canais diferentes e a programação própria construída para diversos idiomas.
Agora só nos resta esperar para ver!!!
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O Festival Internacional de Cannes terminou no último sábado, (23), e acima de tudo serviu para consolidar tendências. A 54ª edição mostrou o rumo para onde a propaganda tende a caminhar e expôs a fragilidade nas fronteiras impostas pelo antigo modelo de avaliação. O desempenho das agências brasileiras foi melhor em relação ao ano passado. Foram conquistados 30 Leões, frente aos 28 de 2006. Além disso, o volume de distribuição de prêmios foi maior nesta edição. Os 500 troféus distribuídos e as mais de 400 campanhas premiadas marcam toda a evolução da história. Atualmente, são consideradas nove categorias na disputa, além de uma décima, a de Design, já anunciada para o próximo ano. Há uma década, o festival era divido em apenas quatro áreas. O número de inscrições também aumentou. Neste ano, houve 27.500 inscritos espalhados entre 80 países. Já em 2000, concorreram 16 mil trabalhos.
Ficou comprovado que não existe mais o meio de comunicação estático, aquele solitário. A bola da vez é o conceito de integração e a multiplicação de idéias. Prova disso é o fato de uma peça criada inicialmente para Internet ter roubado a cena na categoria Filmes, avaliadora de comerciais. O trabalho "Evolution", desenvolvido pela agência Ogilvy do Canadá para a marca Dove, nasceu em esquema viral e só depois freqüentou a televisão. A peça integra a campanha mundial Real Beauty e ganhou Grand Prix também na competição de internet. Em resumo, o trabalho mostra a evolução estética de uma mulher e frisa, fundamentalmente, o poder de aparatos tecnológicos no processo de embelezamento.
(link Evolution no Youtube : http://br.youtube.com/watch?v=mOb2ZYzo3q4 )
A alegação do júri é indicar tendências. Foi esse o motivo pelo qual consagraram a publicidade da Dove. Tal estratégia não é inovadora, mas em Cannes se tornou novidade. A marca Nike costuma divulgar produções primeiramente no ambiente virtual, pois assim ganha a possibilidade de checar a aceitação do conteúdo antes de lançá-lo na TV.
Tecnologia x Criação
Mas a interpretação de tais mudanças resulta em diferentes impressões sobre os critérios adotados. Inclusive aquelas de que o festival teria perdido a característica de primar pela criatividade frente à modernização da tecnologia. Esta é a opinião do presidente da agência DM9DDB, Sérgio Valente. Em entrevista ao jornal Folha de S.Paulo, ele afirma ter visto "poucas idéias transformadoras" este ano. Na visão do publicitário, "foi dada prioridade maior à execução do que à concepção". A DM9 foi a agência brasileira mais premiada, além de ter trazido o seu 74º Leão.
*Adnews

Quantas vezes você já precisou procurar por algo na Internet e recorreu a buscadores como Google ou Yahoo? Ou, de repente, ficou em dúvida entre comprar produtos fabricados pela Apple ou Microsoft? Provavelmente, sua preferência fez valer a escolha em ambas as situações, optando por algumas das marcas. Mas, por acaso você sabe algo sobre a origem dessas denominações?
Tivemos uma aula que foi falado sobre marcas globais, então segue alguns significados das maiores empresas no ramo da tecnologia:
Por ordem alfabética, a primeira da lista é a Apple, criadora do player de áudio digital iPod, entre outros aparatos tecnológicos. Maçã (tradução de apple em idioma português) é a fruta preferida do fundador da empresa Steve Jobs, que além disso, também havia trabalhado anteriormente em um pomar de maçãs. A partir disso, surgiu a idéia de uma denominação simples, próxima e acessível às pessoas.
Já o nome Adobe, da área de tecnologias e softwares, surgiu por uma questão geográfica. Próximo à moradia de seu fundador, John Warnock, corria um rio denominado Adobe Creek. Trata-se, portanto, de uma singela homenagem.
Atuante no ramo de buscas na Internet, a representação Google teve sua origem baseada numa expressão criada por uma criança. "Googol" significa o número 1 seguido de 100 zeros, demonstrando, portanto, a imensidão do universo da Web. A história é curiosa. Um matemático chamado Edward Kasner questionou seu sobrinho de 8 anos sobre como ele classificaria um número realmente grande, o maior em seus pensamentos. A criança então respondeu com aspecto sonoro que Kasner traduziu como "googol".
A junção das iniciais (INTegrated Electronics) resultou na fabricante de circuitos e chips integrados Intel.
Fundada por Bill Gates, a Microsoft também recorreu às abreviações para emplacar sua marca. (MICROcomputer SOFTware), ou seja, software para microcomputador) é a definição. Vale ressaltar que no início o título era Micro-Soft, com a presença do hífen, que foi retirado posteriormente.
A empresa que hoje é conhecida por Motorola, e especializada em eletrônica e telecomunicações, era, em outra época, chamda de Vitrola. A mudança no "batismo" aconteceu quando a companhia de Paul Galvin deu início à fabricação de rádios de carros.
A cidade de Nokia é a responsável pela denominação da fabricante de aparelhos móveis. Nokia é situada no sul da Finlândia, a 180 km da capital Helsinki. Foi nessa região que a empresa nasceu em 1865, como fabricante de papel.
A junção da palavra latina "sonus", (som, sônico) e o termo inglês "sunny", (ensolarado) acabou no nome Sony, fabricante de produtos eletrônicos em geral.
E para fechar a lista da origem das grandes marcas, surge o fornecedor de seviços em Internet Yahoo! . Há duas versões passíveis de explicação. A primeira delas é que a palavra que ilustra o nome da companhia foi inventada por Jonathan Swift e publicada em seu livro "As Viagens de Gulliver". Os fundadores do Yahoo teriam gostado do significado da palavra, que diz sobre pessoas com atitudes repulsivas, mas com ação e bom coração. Logo, David Filo e Jarry Yang se consideram verdadeiros yahoos. A outra possibilidade fala sobre um acrônimo de Yet Another Hierarchical Officious Oracle, (algo como "Mais um Oráculo Não-Oficial Categorizado") embora essa hipótese seja menos cotada para a verdadeira escolha.
